sexta-feira, 2 de setembro de 2011
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
"O que eu aprendi na escola"
“ A maioria das coisas que eu realmente precisava aprender sobre como viver, fazer e ser, eu aprendi no Jardim de Infância.
Sapiência não se encontrava no topo da montanha das escolas de pós-graduação, mas no pátio do jardim.
Essas são as coisas que aprendi:
*Compartilhar todas as coisas; “jogue limpo” e não bata nos colegas.
*Não pegue nada que não seja seu;
*Limpe a bagunça que você fez.
*Coloque tudo de volta nos seus lugares.
*Peça desculpas quando você magoar alguém.
*Sempre dê a descarga e lave as mãos, sobretudo, antes das refeições.
*Viva uma vida equilibrada: além de trabalhar, desenhe, pinte, cante e dance um pouco
todos os dias.
*Lembre-se também de que leite frio e biscoitos fresquinhos podem ser bons para
você.
*Tire uma soneca à tarde e, quando sair às ruas, cuidado com o trânsito, dêem as mãos e permaneçam juntos.
*Cultive a imaginação. Lembre-se da semente de feijão que a professora colocava no
vaso de água. As raízes cresciam para baixo e as folhas para cima e ninguém sabia
explicar por quê.
*Nós somos parecidos. Os peixinhos do aquário, os passarinhos da
gaiola, as sementes do feijão, todos morrem também.
*Recorde-se do grande e melhor conselho da época: Olhe! Olhe ao seu redor!
*Imagine como o mundo seria melhor se todos tivessem um lanchinho com leite e
biscoitos às 3 da tarde e, em seguida tirassem uma soneca. Imagine se fosse política
nacional que todos os cidadãos tivessem que limpar a sua própria bagunça e colocar as
coisas de volta em seus lugares.
Imagine se todos dessem as mãos e permanecessem juntos.
[...] Tudo o que você precisa mesmo aprender está ai em algum lugar. As regras básicas de convívio humano, o amor, ecologia, política, saúde e fraternidade.
Pense como o mundo seria melhor se todos, todo mundo pegasse qualquer desses termos e extrapolasse.
Para palavras sofisticadas da linguagem adulta e então aplicasse em sua vida familiar, trabalho, governo em sua vida. E pense: será sempre verdade, não importa quantos anos você tenha, se você vai sair por ai, pelo mundo afora, o melhor mesmo é poder dar as mãos aos outros e caminhar sempre juntos.”
Sapiência não se encontrava no topo da montanha das escolas de pós-graduação, mas no pátio do jardim.
Essas são as coisas que aprendi:
*Compartilhar todas as coisas; “jogue limpo” e não bata nos colegas.
*Não pegue nada que não seja seu;
*Limpe a bagunça que você fez.
*Coloque tudo de volta nos seus lugares.
*Peça desculpas quando você magoar alguém.
*Sempre dê a descarga e lave as mãos, sobretudo, antes das refeições.
*Viva uma vida equilibrada: além de trabalhar, desenhe, pinte, cante e dance um pouco
todos os dias.
*Lembre-se também de que leite frio e biscoitos fresquinhos podem ser bons para
você.
*Tire uma soneca à tarde e, quando sair às ruas, cuidado com o trânsito, dêem as mãos e permaneçam juntos.
*Cultive a imaginação. Lembre-se da semente de feijão que a professora colocava no
vaso de água. As raízes cresciam para baixo e as folhas para cima e ninguém sabia
explicar por quê.
*Nós somos parecidos. Os peixinhos do aquário, os passarinhos da
gaiola, as sementes do feijão, todos morrem também.
*Recorde-se do grande e melhor conselho da época: Olhe! Olhe ao seu redor!
*Imagine como o mundo seria melhor se todos tivessem um lanchinho com leite e
biscoitos às 3 da tarde e, em seguida tirassem uma soneca. Imagine se fosse política
nacional que todos os cidadãos tivessem que limpar a sua própria bagunça e colocar as
coisas de volta em seus lugares.
Imagine se todos dessem as mãos e permanecessem juntos.
[...] Tudo o que você precisa mesmo aprender está ai em algum lugar. As regras básicas de convívio humano, o amor, ecologia, política, saúde e fraternidade.
Pense como o mundo seria melhor se todos, todo mundo pegasse qualquer desses termos e extrapolasse.
Para palavras sofisticadas da linguagem adulta e então aplicasse em sua vida familiar, trabalho, governo em sua vida. E pense: será sempre verdade, não importa quantos anos você tenha, se você vai sair por ai, pelo mundo afora, o melhor mesmo é poder dar as mãos aos outros e caminhar sempre juntos.”
Alfabetização
A alfabetização é o processo que desenvolve as habilidades de leitura e de escrita de um sujeito, tornando-o capaz de identificar e decifrar os códigos escritos.
A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire entre outros.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.
A alfabetização é um processo, e nesse processo, a criança necessita de atividades significativas e prazerosas, que propiciem desafios para que as crianças sintam-se estimuladas a construírem seus conhecimentos. Entretanto, para que a construção do conhecimento na criança seja significativa para ela, não podemos eliminar a bagagem social sobre a leitura e a escrita que a criança carrega consigo.
Nesse contexto da alfabetização, o brincar deve estar presente, pois é brincando que as crianças aprendem. Além disso quando utilizamos materiais de sucatas, jogos e atividades lúdicas, as crianças sentem-se estimuladas a construírem seus conhecimentos de uma forma significativa para elas.
Quanto mais variados os matérias utilizados na construção do conhecimento mais facilidade a criança terá em se alfabetizar.
Os jogos Pedagógicos são uma ferramenta a mais para o processo de ensino-aprendizagem que vem auxiliar o educador na sua ação pedagógica.
A alfabetização de um indivíduo promove sua socialização, já que possibilita o estabelecimento de novos tipos de trocas simbólicas com outros indivíduos, acesso a bens culturais e a facilidades oferecidas pelas instituições sociais. A alfabetização é um fator propulsor do exercício consciente da cidadania e do desenvolvimento da sociedade como um todo.
Os métodos mais utilizados no processo de alfabetização normalmente levam os nomes de seus precursores. Jean Piaget, Montessori, e Paulo Freire entre outros.
A comemoração da data no Brasil acontece desde 1930, no dia 14 de novembro, data da fundação do Ministério da Educação e Saúde Pública. Foi uma importante conquista do governo de Getúlio Vargas, que havia acabado de tomar posse.
A criação do ministério visava promover o ensino primário e combater o analfabetismo no país.
A alfabetização é um processo, e nesse processo, a criança necessita de atividades significativas e prazerosas, que propiciem desafios para que as crianças sintam-se estimuladas a construírem seus conhecimentos. Entretanto, para que a construção do conhecimento na criança seja significativa para ela, não podemos eliminar a bagagem social sobre a leitura e a escrita que a criança carrega consigo.
Nesse contexto da alfabetização, o brincar deve estar presente, pois é brincando que as crianças aprendem. Além disso quando utilizamos materiais de sucatas, jogos e atividades lúdicas, as crianças sentem-se estimuladas a construírem seus conhecimentos de uma forma significativa para elas.
Quanto mais variados os matérias utilizados na construção do conhecimento mais facilidade a criança terá em se alfabetizar.
Os jogos Pedagógicos são uma ferramenta a mais para o processo de ensino-aprendizagem que vem auxiliar o educador na sua ação pedagógica.
A Alegria de Ensinar
A primeira tarefa da educação é ensinar a ver...
É através dos olhos que as crianças tomam contato com a beleza e o fascínio do mundo...
Os olhos têm de ser educados para que nossa alegria aumente.
A educação se divide em duas partes: educação das habilidades e educação das sensibilidades...
Sem a educação das sensibilidades, todas as habilidades são tolas e sem sentido.
Os conhecimentos nos dão meios para viver.
A sabedoria nos dá razões para viver.
Quero ensinar as crianças. Elas ainda têm olhos encantados. Seus olhos são dotados daquela qualidade que, para os gregos, era o início do pensamento:...
...a capacidade de se assombrar diante do banal.
Para as crianças, tudo é espantoso: um ovo, uma minhoca, uma concha de caramujo, o vôo dos urubus, os pulos dos gafanhotos, uma pipa no céu, um pião na terra.
Coisas que os eruditos não vêem.
Na escola eu aprendi complicadas classificações botânicas, taxonomias, nomes latinos – mas esqueci.
Mas nenhum professor jamais chamou a minha atenção para a beleza de uma árvore... ou para o curioso das simetrias das folhas.
Parece que, naquele tempo, as escolas estavam mais preocupadas em fazer com que os alunos decorassem palavras que com a realidade para a qual elas apontam.
As palavras só têm sentido se nos ajudam a ver o mundo melhor.
Aprendemos palavras para melhorar os olhos.
O ato de ver não é coisa natural.
Precisa ser aprendido.
Há muitas pessoas de visão perfeita que nada vêem...
Quando a gente abre os olhos, abrem-se as janelas do corpo, e o mundo aparece refletido dentro da gente.
São as crianças que, sem falar, nos ensinam as razões para viver.
Elas não têm saberes a transmitir. No entanto, elas sabem o essencial da vida.
Quem não muda sua maneira adulta de ver e sentir e não se torna como criança jamais será sábio.
Expectativas de aprendizagem para o 2º ano
COMUNICAÇÃO ORAL• Participar de situações de intercâmbio oral, ouvindo com atenção e formulando perguntas sobre o tema tratado.
• Ouvir com atenção crescente a opinião dos colegas, expressar suas ideias, relacioná-las ao tema e fazer perguntas sobre os assuntos abordados.
• Aprender a respeitar modos de falar diferentes do seu.
• Recontar histórias conhecidas, recuperando características da linguagem do texto original.
• Aprender a falar de maneira mais formal e, assim, se preparar para se comunicar em situações como entrevistas, saraus, recitais, cantorias e seminários, entre outras.
LEITURA • Apreciar textos literários.
• Compreender a natureza do sistema de escrita e ler por si mesmo textos conhecidos.
• Com a ajuda do professor, ler diferentes gêneros (literários, instrucionais, de divulgação científica, notícias), apoiando-se em conhecimentos sobre tema, características do portador, gênero e sistema de escrita.
• Ler, por si mesmo, textos conhecidos, como parlendas, adivinhas, poemas, canções e trava-línguas, além de placas de identificação, listas, manchetes de jornal, legendas, quadrinhos e rótulos.
• Colocar em ação diferentes modalidades de leitura em função do texto e dos propósitos da leitura (ler para buscar uma informação, para se entreter, para compreender etc.).
• Coordenar a informação presente no texto com as informações oriundas das imagens que o ilustram (por exemplo, nos contos, nas histórias em quadrinhos, em cartazes, em textos esportivos e nas notícias de jornal).
• Ampliar suas competências leitoras: ler rapidamente títulos e subtítulos até encontrar uma informação, selecionar uma informação precisa, ler minuciosamente para executar uma tarefa, reler um trecho para retomar uma informação ou apreciar aquilo que está escrito.
• Analisar textos impressos utilizados como referência ou modelo para conhecer e apreciar a linguagem usada ao escrever (como os autores descrevem um personagem, como resolvem os diálogos, evitam repetições, fazem uso da letra maiúscula, da pontuação).
ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
• Escrever alfabeticamente, ainda que com erros ortográficos (ausência de marcas de nasalização, hipo e hipersegmentação, entre outros).
• Reescrever histórias conhecidas, ditando-as ou de próprio punho.
• Produzir textos simples de autoria.
• Revisar textos coletivamente, com ajuda do professor e dos colegas, para melhorá-los e, assim, compreender a revisão como parte do processo de produção.
• Aprender a se preocupar com a qualidade de suas produções escritas, no que se refere tanto aos aspectos textuais como à apresentação gráfica.
Expectativas de aprendizagem para o 1º ano
COMUNICAÇÃO ORAL
- Fazer intercâmbio oral, ouvindo com atenção e formulando perguntas.
• Mostrar interesse por ouvir e expressar sentimentos, experiências, ideias e opiniões.
• Recontar histórias de repetição e/ou acumulativas com base em narrações ou livros.
• Conhecer e recontar um repertório variado de textos literários, preservando os elementos da linguagem escrita.
• Ouvir com atenção textos lidos.
• Refletir sobre o sistema alfabético com base na leitura de nomes próprios, rótulos de produtos e outros materiais - listas, calendários, cantigas e títulos de histórias, por exemplo -, sendo capaz de se guiar pelo contexto, antecipar e verificar o que está escrito.
• Ler textos conhecidos de memória, como parlendas, adivinhas, quadrinhas e canções, de maneira a descobrir o que está escrito em diferentes trechos do texto, fazendo o ajuste do falado ao que está escrito e o uso do conhecimento que possuem sobre o sistema de escrita.
• Buscar e considerar indícios no texto que permitam verificar as antecipações realizadas para confirmar, corrigir, ajustar ou escolher entre várias possibilidades.
• Confrontar ideias, opiniões e interpretações, comentando e recomendando leituras, entre outras possibilidades.
• Relacionar texto e imagem ao antecipar sentidos na leitura de quadrinhos, tirinhas e revistas de heróis.
• Inferir o conteúdo de um texto antes de fazer a leitura com base em título, imagens, diagramação e informações contidas na capa, contracapa ou índice (no caso de livros e revistas).
ESCRITA E PRODUÇÃO TEXTUAL
• Conhecer as representações das letras maiúsculas do alfabeto de imprensa e a ordem alfabética.
• Escrever o próprio nome e utilizá-lo como referência para a escrita.
• Produzir texto de memória de acordo com sua hipótese de escrita.
• Escrever usando a hipótese silábica, com ou sem valor sonoro convencional.
• Reescrever histórias conhecidas - ditando para o professor ou para os colegas e, quando possível, de próprio punho -, considerando as ideias principais do texto-fonte e algumas características da linguagem escrita.
• Produzir escritos de autoria (bilhetes, cartas, instrucionais).
Os 5 sentidos
Nós, seres humanos, temos cinco sentidos fundamentais, são eles: audição, olfato, paladar, tato e visão. São eles que propiciam o nosso relacionamento com o ambiente. Com esses sentidos o nosso corpo percebe o que está ao nosso redor e isso nos ajuda a sobreviver e integrar com o ambiente em que vivemos.
Existem receptores especializados, que são capazes de adquirir diversos estímulos. Os três receptores são: Exteroceptores, Proprioceptores, Interoceptores.
Com isso:
• Pelo tato – pegamos algo, sentimos os objetos, sentimos o calor ou frio.
• Pela audição – captamos e ouvimos sons.
• Pela visão – vemos as pessoas, observamos contornos, as formas, cores e muitos outros.
• Pelo olfato – identificamos os cheiros ou os odores.
• Pelo paladar – sentimos os sabores.
Audição:
A audição é um dos cinco sentidos básicos cuja função é captar os sons existentes no meio em que vivemos e enviá-los ao córtex cerebral. Os sons ou barulhos são originados pelas ondas sonoras liberadas no ar sofrendo compressão e descompressão. Devido às diferenças na freqüência de cada onda sonora ouvimos diferentes sons.
A orelha é um órgão sensível que capta as ondas sonoras para que nosso organismo inicie o processo de percepção e interpretação do som. Ao entrar pelo canal auditivo as ondas sonoras fazem com que ocorram vibrações nos tímpanos (membrana timpânica) que é uma pele fina e rígida que divide o canal auditivo e o ouvido médio. Os tímpanos também são os únicos elementos sensitivos do ouvido já que os outros elementos apenas repassam as informações interpretadas por ele.
O ouvido médio, juntamente com a garganta, controla a pressão do ar que chega aos tímpanos fazendo com que esse consiga se movimentar para frente e para trás. O ouvido médio e a garganta são ligados pela tuba auditiva ou trompa de Eustáquio e ao receberem o ar esses o liberam para os tímpanos fazendo com que a pressão do ar seja igual. Após esse procedimento as ondas sonoras passam a ser levadas ao córtex cerebral pela cóclea, tubo ósseo cheio de líquido que são empurrados pelos ossículos.
Os ossículos do ouvido interno são três pequenos ossos alinhados que fazem ligação do ouvido interno com os tímpanos, os ossos martelo, bigorna e estribo. Esses ligados entre si se movimentam de acordo com a pressão do ar recebida no tímpano agindo como ampliadores de força.
Na cóclea, se localiza o órgão de Corti, local cheio de células ciliares que se movem a partir da força enérgica enviando um impulso elétrico ao nervo da cóclea. O nervo da cóclea envia os impulsos ao córtex cerebral para ser interpretado determinando o tom de cada som.
Olfato:
O olfato é um dos cinco sentidos básicos originado por estímulos do epitélio olfativo que se encontra nas cavidades nasais. Esse é o único sentido diretamente ligado às emoções e ao depósito de memórias. O epitélio olfativo abriga aproximadamente 20 milhões de células sensoriais onde cada célula possui seis pêlos sensoriais também conhecidos como cílios. É bastante sensível, basta pequenas quantidades de moléculas para estimulá-lo, mas só consegue perceber um cheiro a cada vez.
O órgão olfativo é a mucosa amarela que reveste a camada superior das fossas nasais. É rica em limitações nervosas que ao entrar em contato com as moléculas dissolve-as pelo muco e penetra pelo órgão olfativo alcançando os prolongamentos sensoriais. Tal reação promove impulsos nervosos nas células olfativas atingindo os axônios. Formam-se a partir de um espessamento epidérmico no crânio. A mucosa vermelha rica em vasos sanguíneos abriga as glândulas responsáveis por isolar o muco, deixando o nariz úmido.
Cada receptor olfativo, ou seja, os nervos receptores que captam as moléculas de odor são codificados por um gene específico e o mau funcionamento desses ou algum dano provocado por uma lesão pode impedir que um indivíduo sinta o cheiro de algo específico. Dentre as disfunções provocadas nos órgãos olfativos podemos destacar a anosmia que é a perda total ou parcial do olfato, cacosmia que é a percepção de odores desagradáveis de forma alucinógena, fantosmia que é a percepção de odores desagradáveis ou não sem que haja estímulos, hiperosmia que é a percepção exagerada e anormal do olfato e ainda parosmia que é a perversão do olfato.
Visão:
A visão constitui um dos cinco sentidos, nos permite enxergar as belezas e as diversidades do mundo. É uma percepção muito importante para os seres vivos em especial para o homem, pois é através dela que podemos distinguir as coisas através de imagens, podemos guardar as feições de uma pessoa na memória, entre outras.
Há diferenças no tipo de visão entre os animais, cada um com suas peculiaridades. A visão humana é super complexa, pois há partes específicas para detectar a luz e partes para detectar as imagens e interpretá-las. A visão humana é composta pelos olhos, os quais possuem em seu interior a retina, essa por sua vez é composta por cones e bastonetes, locais onde são realizados os primeiros passos para o processo perceptivo. Os dados visuais são transmitidos pela retina, por meio do nervo óptico e do núcleo geniculado lateral, para o córtex cerebral. É no cérebro que ocorre o processo de análise e interpretação que nos permitirá reconstruir as distâncias, movimentos, cores e formas de objetos, animais, pessoas, entre outros.
Paladar:
O paladar é um sentido dos organismos animais, induzindo à percepção do sabor, o gosto das substâncias que compõem normalmente o hábito alimentar de um determinado animal.
Essa capacidade ocorre devido à existência de diferentes tipos de células sensoriais, denominadas papilas gustativas, situadas ao longo da língua (órgão muscular posicionado na parte ventral da boca), em regiões específicas.
As papilas captam quimicamente as características do alimento, transmitindo a informação através de impulsos nervosos até o cérebro, que codifica a informação, permitindo identificar os quatro sabores básicos: azedo, amargo, doce e salgado.
Esse sentido está intrinsecamente associado ao olfato (cheiro) e à visão, em conseqüência da mediação realizada por epitélios portadores de células quimiorreceptoras especializadas que estão localizadas entre a cavidade nasal e o palato, bem como os fotorreceptores visuais que estimulam a degustação.
Tato:
O sentido do tato não se encontra em uma região específica, pois todas as regiões do organismo possuem mecanorreceptores responsáveis pela percepção do toque, termoceptores responsáveis pela percepção do frio e do calor e terminações nervosas livres responsáveis pela percepção da dor, mudando apenas de intensidade.
Os mecanorreceptores são divididos em Corpúsculos de Pacini, responsáveis pela percepção da pressão; Corpúsculos de Meissner e Discos de Merkel, responsáveis pelas movimentações leves; Corpúsculos de Ruffini, responsáveis pela percepção de calor e distensões na pele; e os Receptores de Krause, responsáveis pela sensação.
Os termoceptores reagem de acordo com a temperatura externa, ou seja, os receptores para o frio são estimulados quando a temperatura externa é fria e os receptores para o calor são estimulados quando a temperatura externa é quente. As terminações nervosas livres reagem a estímulos mecânicos, térmicos e químicos.
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